20 de agosto de 2012

Efêmero.

Há muito que não escrevo com verdade, ou pelo menos não consigo mais. O devaneio de uma força inexistente toma conta de meu ser. O que acontece com esse corpo morto ? O que antes era real e algo a ser idealizado, hoje não mais se enrijece. O que farei ? Estou tão perto da resposta como já estive de estar viva um dia. Se é que vivi. Pois hoje tão cedo e tão perto deixei de existir.

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