Monster.


Era uma vez...
  Um monstro. Não era horrendo como na  mitologia, tão pouco era belíssimo como nos contos de fada. Era um monstro incomum. Era um monstro, disfarçado de ser humano. Ao longo de sua vida simplória, cujo único objetivo era ferir seus ''semelhantes'', havia apreendido as artes do ódio e do sofrimento. Sempre conseguira a alguém machucar, matar silenciosamente ao poucos. Tirava-lhe a alegria apenas com o olhar e finalizava com palavras amargas e consciente de seu poderio maléfico, este monstro, imortalizado nestas palavras, viveria carregando consigo a dor daqueles que se entregavam à sua angústia, à sua reação de fracasso...Se entregavam ao seu desprezo e seu medo de falhar. Monstro, nunca antes conseguiria ser feliz ou ficar bem, com seu Eu e com os outros ao redor. Era sua natureza, e contrariando os Existencialistas, ele tinha a quem culpar. Não a si mesmo, mas sim, todos que o haviam matado primeiro. Em um passado não tão distante,  haviam tirado-lhe a vida e fizeram deste ser inocente um grande Monstro.

2 comentários:

  1. Respostas
    1. Nossa, nem lembrava desse texto. Quando vi seu comentário pensei: Nossa, agora ela voltou láaaaaaa trás haha
      Obrigada *-* Fico muito feliz em saber que gostou,

      Excluir

Fale comigo, estranho!