Falácia


E ela era tempestade
Forte e sem piedade
Arrastava para si a desgraça
Ela era, uma suja taça

E ela era um enorme trovão
Dava-lhe dor e tirava-lhe a pulsação
E era um rosto de lágrimas
Adormecida em águas plácidas

E ela era um raio de prata
Caminhou entre a falácia
De seu próprio 'eu' ser
E era uma morte que insistia
Em não morrer.

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