28 de fevereiro de 2013

Podridão

Como sempre mais um poema dizendo sobre as mesmas coisas.


Seu caminho foi traçado
Infortúnio e dor, foi falado
Sua moradia, o cemitério
Não teste, não há mistério

As tentativas foram em vão
Trilhas perdidas, caminho de escuridão
De sua boca o veneno escorre
Ele queima a todo que escolhe

Na sua cabeça só há podridão
Agora seu corpo é feito de escarificação

Sua vida é regida pelo fracasso
Não perca tempo, não vale mais um passo.
                                          27.2.13

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Fale comigo, estranho!

Pianista (e a ) Sereia - Parte I

O relógio batia quase meia-noite e as ruas de Wuppertal, na Alemanha já estavam iluminadas pelos postes de luz. Os habitantes em suas casas...