Rosas





Havia uma rosa vermelha
Um presente da natureza
Tão pura quanto a seiva

De fragrância boa e inebriante
Visão bela e estonteante
Fez seu coração ser palpitante

A chuva morria diante de sua beleza
A rosa era divina, era vermelha
Que causava inveja até na abelha

As rosas amarradas em um buquê
Perguntavam-se somos feitas para quê
E o vento respondeu, de amor é o seu ser

Os poucos, raros e belos versos de amor
Que criou o magnífico  poeta da dor
Foi destinado àquele que livra do amargor





Um comentário:

Fale comigo, estranho!