Silício

E de que vale o esforço em manter-se jovem
Quando a pele é fria e corpo e mente morrem ?

E de que vale o esforço em manter-se são
Quando já não sabe  porque bate o 'coração' ?

Não falemos de amor, falemos de dor e de saberes
Não sabemos mais, perdemos, matamos os dizeres

Não compreendem que é tudo em vão ?
Essas tentativas em mantermos-nos bons ?

Estamos deteriorando e logo seremos pó
Estamos secos e sem vida, somos isso e só

De nada vale isso, tão pouco o silício se ele nada retarda
Sei nada e nada sou, do silício, porém não estou farta



PS: essa poesia está  guardada há meses, logo, não sei ao certo a data correta em que a fiz.







Um comentário:

  1. Gostei muito desse, Thays.
    Simplesmente fluiu. Muito bonito, também.

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