Mirrors

E de olhos grandes,bem esbugalhados
Com suas bochechas fofas e enormes
E os dentinhos feios, amarelados
Um nariz nada pequeno; que expressões errantes

De cabelo desgrenhado, preto acabado
E um corpo nanico, estranho
Os pés tortinhos, que triste fato !
As mãos amassadas; está tudo manchado

Sua face rude, nada delicada
Cobrir-se de adornos não vale nada

Tão pouco ornamentos feitos de tinta
de que valem se sua matéria está extinta ?

Sua cabeçorra nada mais guarda
senão minhocas
nem o espírito foi salvo, ele nem fala
como seu corpo velho que é feito
senão de sujas fossas.
(...)
(18.02.14)


[Pareceu bem oportuno apesar de na minha opinião ter ficado um poema ruim... não seria o primeiro, afinal ]

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