Happy Birthday, J.K Rowling e Harry Potter



 "Afinal, aquilo que amamos sempre será parte de nós. "

Parabéns, minha rainha ! Nem tenho palavras para descrever o quanto sou feliz e grata por você fazer parte da minha vida bem como seu filho, Harry.

Cessar fogo

O que te faz sorrir não é o mesmo motivo para o outro. Tudo bem, tudo bem. Estamos cansados de ouvir isso. E daí ? Fez alguma diferença ? Claro que não. Nunca faz. Nunca fez.

Sempre feita de começos, mas nenhum deles chegou a um final real. Nem mesmo um desenlace digno. São tantas palavras, tantos dizeres, as afirmações vociferadas contra tantos foram tantas que um dia eu cheguei a acreditar genuinamente que seria capaz de mudar. Tudo. Nada.

Um toque.

De nada vale, pois o que me toca tem nome... antigamente era chamado de revés. E por tempos eu tentei entender qual era a fixação dele para com a minha pessoa... Hoje sei que não é ele e sim eu mesma. Não era ele o obcecado, e sim eu o seu reflexo.

E por tempos tentei mudar isso, esse fato triste. Sempre que falhava eu  me consolava dizendo para mim que amanhã é um novo dia e poderia recomeçar, tentar de novo, fazer diferente. E de fato, eu recomeçava, tentava, fazia. Por fim percebi que não adiantava o dia ser novo se eu continuava velha. Por dentro. Por fora.

Deve ser por isso que sempre procuro os outros. Escondo-me. Porque no final admito que não vale a pena um autoreconhecimento. Não há o que reconhecer.

É um representação tão distinta do que se passa na minha mente que me pergunto como é possível.
Como isso é possível ?!

Não sei. Nunca soube. Jamais saberei.







Sentimento ao contrário

  [ créditos da imagem na imagem rs ]

em busca de uma cura
para a enfermidade
e me leva à loucura
a própria insanidade

é um câncer que se alastra
dentro do peito
faz bater mais forte o órgão
e o destrói com efeito

é a mitose de minha vida
uma aflição sofrida
mas eu a aprecio como mel
pois me fortalece, me leva ao céu

bifurca meu corpo essa sensação
e não entendo como pulsa
meu singelo coração

que força ela tem
essa doença que busquei
que garra ela tem
essa coisa que me entretém

mas no final faz sentido
no final compreendo
eu sinto
eu tento

é a moléstia que faz minha seiva circular
nas veias pestilentas de um corpo sem vida
e um sussurro fraco a me alegrar
vê! o carbônico é meu próprio pesticida

é um padecimento carregado de incompreensão
mas não hostilizo, jamais! não há razão
não haveria de ter
posso apenas crer

 que meus olhos roídos não podem ver
mas meu coração moído quer sentir e ter

E depois do beijo que ganhei do Anjo
senti a vida nesse corpo sem arranjo
e pra você que ainda não compreende
digo-te, apenas: tudo isso é Amor...
simplesmente.



PS: Como sabem é raro eu fazer poemas que falem de amor, mas acho que esse ficou bem no meu estilo, não rs ?