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Mostrando postagens de 2015

Lupus - Parte IV

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Você pode ler as Partes I, II e III e AQUI, AQUI e AQUI

Rebels - Parte I

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Dave entrou no seu Porshe911 preto e depois de ligar o carro aumentou o volume do rádio a um nível quase ensurdecedor, em especial, se você não aprecia o estilo de música heavy metal pesado. Pisou na embreagem e colocou a primeira. Saiu do lugar e passou a segunda. Sorrindo maliciosamente já estava na terceira. As ruas de Seattle estavam vazias àquela hora da noite. Mal iluminadas pela Lua Cheia e parcialmente pelas luminárias, mas Dave não prestava atenção em nada. Seu pé no acelerador pressionando cada vez mais forte era tudo o que importava. A bateria da música soava forte. A guitarra gritava enquanto o jovem dançava sob as rodas do carro. Um sinal vermelho. Não havia ninguém a cruzar a rua. Ele não parou. Passou a quarta marcha. Estava correndo demais. Mas era exatamente aquilo que ele queria. Seu cabelo liso mal podia captar a luz, permaneceu tão preto quanto o era naturalmente. Jogado com força para trás pelo vento. Seus olhos azuis fitavam o nada à frente. Ele não via nada a nã…

Nobody wins

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De repente todas as decisões passadas não fazem sentido. Todas as ações são socos no estômago. Todas as atitudes são facadas no peito. Todos os passos foram em direção ao escuro.
De repente tudo o que você fez está jogado no mais fundo abismo, um breu de solidão faz parte da sua visão. Nada faz sentido, pois você está perdido. Hoje. Amanhã. Bastou uma descoberta e seu mundo caiu. As migalhas que recebeu de si mesmo hoje alimentam sua casca morta. Seus planos foram esmagados pelo futuro, pela vida, pelos próprios planos. Você fez sua cama e apesar de não querer deitar nela é obrigado a fazer isso, no entanto, você não se levanta no dia seguinte. Fica ali. Caído, em uma posição fetal ridícula pedindo aos céus uma solução. 
De repente todas as decisões são socos no rosto. Todas as atitudes são facadas na barriga. Todos os passos foram em direção ao grande nada.
As coisas simplesmente não fazem sentido. Você não faz sentido. Não há perspectivas ou razão. Mais vale morrer e aguardar a pró…

Resultado do Sorteio livro Cidades de Papel

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O resultado do sorteio do livro Cidades de Papel do John Green é :

Juliana Malheiros!



Já entrei em contato com ela e ficarei no aguardo, por até dois dias, pela resposta. 
Beijos, galerinha. Até o próximo sorteio!! Obrigada a todos que participaram e divulgaram o blog!!!

A nadificação da vida

O deterioramento do corpo, da casca que envolve a alma. A aproximação da nadificação da vida. O esquecimento do nome dado ao ser. O não para o último suspiro. O que foi e o que é, jamais será de novo.
A essência do ser que veio depois de sua existência está mais perto de se extinguir. Todas as palavras serão deixadas para trás e talvez nem seus escritos sejam capaz de salvar sua memória. O caminhar seco e vagaroso quando chegar na mais triste das idades deixará evidente o que o corpo é diante da vida sem nexo que somos obrigados a viver. Em busca da felicidade caminhamos, mas ela não é uma busca suficiente para nos manter vivos para sempre. Nem com um um estrondo nem com um suspiro, o mundo acaba em desilusão. 
Descobre-se homem quando encontra algo pelo qual vale a pena morrer, já dizia sábio Sartre, mas quando de fato a morte se aproxima descobrimos que mais teria valido a pena viver uma vida plena ao lado daquilo estimado ao contrário de morrer por determinada coisa. Um suspiro e …

Klaus - Parte IV

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Você pode ler as partes I AQUI, II AQUI e III  AQUI  !


- Isso não é possível! - disse uma voz feminina que não pertencia a Phoebe. Margot caminhou alguns passos para frente, as mãos tremendo, mas ela se manteve firme. - Saia da frente, lobo. - disse para Norton que estava tão assustado quanto ela. - Preciso ver isso de perto. - Com os olhos arregalados e a mão estendida ela caminhou devagar até Klaus como quando tememos a mordida de um cão, porém, a beleza dele é chamativa demais, logo, nos aproximamos devagar para mostrar que ele não precisa temer nada. Não era o caso de Klaus, é claro. Ele nunca temera nada na vida e não seria uma feiticeira a primeira a causar-lhe medo. Sabendo disso quando Margot aproximou-se o suficiente Klaus rosnou ainda mais alto e ela recuou. Olhou bem em seus olhos azuis e disse: - Acho que por essa nem você esperava, Margot. Vou acabar com sua matilha de cães sarnentos e depois farei com você o que fiz com sua família. - e terminando essa frase Klaus fez uma i…

Feliz Aniversário, J.K Rowling e Harry Potter !

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É claro que hoje teria post! O texto não será longo, prometo.

É que eu não poderia deixar de parabenizar, primeiramente, essa mulher incrível que é J.K Rowling. Tudo nela é motivo de inspiração pra mim, e eu só tenho a agradecer por ela ter criado o que criou. Harry Potter me salvou diversas formas, e continua fazendo isso hoje, pois sempre que ficou triste eu sei que tenho Hogwarts me esperando. Sempre que estou confusa e com medo do futuro e com receio da carreira - escritor - que tanto quero pra mim não dê certo eu olho para meus livros Harry Potter e penso em tudo o que J.K Rowling passou para chegar onde ela está hoje e me sinto revigorada e inspirada, novamente. Contudo, sempre que estou feliz sei que posso olhar para as fotos dela e para o mundo do Harry e sentir que de alguma forma ele faz parte dessa felicidade, uma vez que durante muito tempo eu só conseguia ser feliz ao lado dos livros e filmes Harry Potter.

Cólera

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O miocárdio bate mais forte, pois a cólera percorre o casco que cobre a vida morta desse ser. Esse horror que o faz caminhar todos os dias não é o bastante para faze-lo cair no sono à noite. Cansado ele está, porém, não vê saída desse mundo.
Ele não compreende como conseguiu chegar onde está sendo rodeado de tanto ódio. Ele exala a morte, pois seu corpo tomou banho da cólera sangrenta que o faz sangrar. Seu foco está distorcido, seu âmago está manchado.
Ônix.

Klaus - Parte III

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Você pode ler a Parte I AQUI e a Parte dois AQUI


- E por que eles não deveriam entrar? - Porque essa porta está totalmente protegida. A pintei com tinta banhada em prata e troquei a maçaneta. Com certeza tiveram ajuda das bruxas. Droga! Vamos, Phoebe. Precisamos sair daqui. - Mas como? A janela fica há mais dez metros do chão. - Acho que se esqueceu de com quem está. - disse Klaus, sorrindo. - Verdade. - ela concordou com um sorriso e se agarrou a ele, uma vez que os braços do vampiro estavam abertos mostrando que ela deveria abraçá-lo.
Enquanto a porta era esmurrada Klaus se preparava para saltar com Phoebe pela janela. Torcendo para não serem vistos pelos moradores e presentes no bar, é claro. Antes de saltar ele lhe deu um beijo longo e dois nas bochechas. Sorriu para ela com seus dentes perfeitamente alinhados e brancos. Ela sorriu de volta. Segurou firme em sua mão e quando ele fez o movimento do salto ela foi junto dele. Fechou os olhos não por temer a queda, mas para poder apr…