Rain

"Fator universal do transformismo
Filho da teleológica matéria
Na superabundância ou na miséria
Verme - é o seu nome obscuro de batismo"
 - Augusto dos Anjos


I was just sitting there. Listening to the sound of the rain. Smelling it. Alone. It was beautiful. The rain. However, at some point I wished it to end soon. The rain. It was keeping locked there. I don't like to be locked. But, the rain lasted hours. Days. Years.
In the end the rain was a broken mirror. It was not beautiful anymore.
I was broken.
Locked.

05.03.2015

http://creepypasta.wikia.com/wiki/The_Mirror_inside_Us

Lupus - Parte III

Você pode ler as partes I e II AQUI E AQUI


Nina soltou um grito, mas tapou a boca em seguida. Estava muito assustada, mas sabia o bastante sobre lobisomens para não se meter entre dois deles quando estão lutando. Henry estava estatelado no chão, ela achou que estava desmaiado, mas ele se contorceu um pouco e abriu os olhos em seguida. O Caça não deu tempo para ele se levantar e em seguida o chutou forte na barriga. O gemido foi alto o que fez Nina mover-se alguns centímetros.
-Ni-na! Não! - gritou Henry, ao perceber que ela se mexera - Não se aproxime!
Mas quando ele disse isso, O Caça percebeu a influência que a moça tinha sobre ele. Desistiu de Henry. Foi atrás de Nina.

My Name is Klaus - Parte I

[ Foto: Damon e Katherine, da série The Vampire Diaries]
 
Havia certo prazer naquela dor.

Devagar ele pousou os lábios no pulso dela e antes de cravar os dentes brancos e agora extremamente pontudos olhou-a direto nos olhos. Um sorriso malicioso brotou nos seus lábios carnudos e ele por fim concedeu a ela o prazer de ser mordida por uma criatura da noite. A criatura da Escuridão. Sugou o sangue vagarosamente, pois não queria que ela, tão pouco ele, se perdesse em meio ao êxtase, logo, ele deixava o sangue vermelho, mas que naquele momento era negro, pois a Lua não iluminava o local, escorrer do braço dela, passar por sua boca e pingar no chão. A moça se contorcia vez por outra. Às vezes pela dor, e às vezes pelo prazer. Sentada naquela cadeira luxuosa, forrada com um pano macio e roxo e entalhada na mais fina madeira ela não se permitia mover demais e atrapalhar a ação do vampiro ajoelhado a seu lado. Sua outra mão segurava a cadeira, e seu pescoço caído para trás levava os sons de seus gemidos para todos os cantos do recinto toda vez que ela movia a cabeça de um lado para o outro.