"The Drug in me is you"


"you don't want me, no. Like I want you. "

***

Você se lembra de como nos conhecemos? Talvez não. Você conhece muitas pessoas. Todos os dias. E possivelmente naquele dia conheceu outras tantas. Mas eu sei exatamente como aconteceu. Como meus olhos fitaram você. De longe, te vi marcado. À medida que se aproximou de minha pessoa senti meu coração disparar, de leve, a princípio até que quando estava ao meu lado, impondo sua presença forte eu tive medo que pudesse ouvi-lo. Tente sorrir de uma forma não idiota, mas é claro que foi em vão. Por sorte, você pareceu não se importar e com sua gentileza me conduziu.

Mas esse não é um texto sobre começos. E sim finais. O nosso. Que apesar de em nossa magnitude, conexão e plenitude de diálogos, nunca tivemos uma história. Um algo. Jamais haveríamos de ter, afinal. E hoje sigo bem com relação a esse triste, porém, necessário fato. Meu ''coração'' foi curado por você, no início, confesso, mas da mesma forma você o quebrou, de uma maneira diferente, porém. 

Ele segue despedaçado sem nunca ter-lhe amado.

" you're my obsession, my fetish, my religion, my confusion, my confession, the one I want tonight. "

Essa abstinência que terei de você, certamente vai passar. Todos merecemos algo, e eu mereço também. Assim como você. E agora me despeço, de tudo que poderíamos ter, de todos os sorrisos que incosciente você me tirou, digo adeus ao perfume que uma ou duas vezes me embriagou, aceno de longe para as doces palavras que me consolaram e também me fizeram refletir. Digo adeus, ao sorriso mais bonito que já vi.  Ao olhar sereno que me acalmou mesmo a quilômetros de distância, me despeço do corpo que me aproximei o suficiente para tocar, mas nunca senti, em nenhuma instância.

Então, o único que realmente conheço como Anjo, que seja leve sua vida livre deste Demônio.

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