3 de junho de 2017

Perdido

Cravo minhas unhas nas costas largas
me permito ser preenchida, sem amarras
cada respiração
nova pulsão
um só ritmo
jamais compreendido

suas mãos desfilam pelo meu corpo
e minha língua passa por você todo

meu cabelo se desmancha no seu peito
e seus braços fortes me envolvem
eu me entrego sem receito
e o prazer e a paixão nos envolvem

(...)

um dia termino, quem sabe...

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Fale comigo, estranho!

Pianista (e a ) Sereia - Parte I

O relógio batia quase meia-noite e as ruas de Wuppertal, na Alemanha já estavam iluminadas pelos postes de luz. Os habitantes em suas casas...