16 de janeiro de 2018

Breviarium

Serei breve.

Não usarei palavras díficeis, como sempre.
Mas como sempre, você me fez sorrir.

Durante a madrugada, fitando a escuridão de meu quarto sombrio manchados de meus olhares tristonhos e pintados por minhas dores horrendas, eu sorri. Ninguém viu o sorriso torto, mas eu senti. O motivo? Seu rosto me veio à mente. Há poucos dias eu estava do seu lado. Aconchegada em seu abraço. Eu já havia me esquecido da última vez que eu ficara tão feliz. A felicidade não é algo a ser buscado, é algo vivenciado. E desde aquele famigerado dia nove que ela tem feito parte de minha vida. Até mesmo naqueles dias tristes em que sua ausência se fez presente.
Esse é mais um texto em prosa em que desabafo meu sentimento, se é que já existe algum. Perdão pela invasão, pela intensidade, por ser assim. Mas esse é meu jeito de mostrar que me importo. Quando você passou mal eu fiquei com medo. Mas no fim ficou tudo bem. Graças a Odin...Thor, não sei. Eu sei que existe algo em você que se importa comigo, um gostar. Eu vou me apegar a isso, e esquecer todo o resto, já dizia Linkin Park.

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