16 de fevereiro de 2018

Schmerrz

Eu ainda não sei como nomear esse texto. Ainda não sei como nomear esse texto que estou tentando entender. Eu ainda estou entandando entender porque tudo isso aconteceu. E mais uma vez eu nego a existência de qualquer ser superior que seja capaz de confortar as mentes credoras dele. E cá estou escrevendo mais uma vez na tentativa de entender o que se passa em minha mente, em meu coração, e mais uma vez eu fui ferida, eu fui machucada. Novamente, estou tentando entender porquê eu fiquei quando tudo indicada que ia dar errado, mas eu, inocente, decidi dar a chance ao improvável.

A minha dor de todos os dias ninguém é capaz de compreender, que dirá aquela que vem vez por outra, de tempos em tempos. Todas as minhas habilidades sejam elas grandes ou não, de nada serviram a você, e eu me pergunto, por quê?

Eu ouço essas palavras de coisas que me disse durante aquelas tempos e agora vejo o curso que está tomando e compreendo como fui ingênua acreditando que seria capaz de estar com algo tão horrendo como eu. Apesar de todos os meus esforços, de toda a minha luta. Todos os dias. Cá estou, debulhando-me em lágrimas que nem me mereciam. Eu já sou cheia de lembranças as quais terei que ser forçadas as esquecer, no entanto, temo não ser capaz de tal feito, afinal, nunca fui capaz de ser fazer grandes feitos. E agora, novamente, encontro-me frente ao meu reflexo maldito... O ser errante sou, capaz de ferir e de machucar e de até mesmo destruir os seres mais puros, no entanto,cruzei meu caminho com um que foi sábio o bastante e forte o suficiente para ter forças o bastante para sair antes que fosse tarde ou mesmo que fosse díficil para ele.

Mesmo apesar da dor que acomete meu peito neste momento traçoeiro e certeiro eu não o forço a nada, não o lhe prendo. Eu não mereço tal ser. E aceito minha sina. Talvez não a aceito como deveria, mas forço-me a seguir minha vida como eles pedem, e até mesmo suplicam para que eu devesse.

E mais uma vez.... não você, mas os prometores se foram.
Eu já devia saber...
Mas nunca sei.
Eu sempre me forço a me enganar a mim mesma.
E eu sempre sou a que se acaba  no lago mais bonito...sofrendo as mais insignificantes dores.






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